Para mim, agente não e workflow encadeado: e sistema distribuido com estado explicito, observabilidade e limites formais de iteracao para não explodir custo de tokens nem criar loops inutilmente.
Como pensar
Agente nao e macro com prompt bonito.
O conceito certo aqui e simples: um agente so vale quando consegue decidir, agir e deixar rastro confiavel sob custo, latencia e auditoria.
Unidade real
O bloco minimo nao e a mensagem. E a decisao que o sistema precisa tomar com seguranca.
Estado explicito
Sem memoria controlada, o agente se perde, se repete e aumenta custo sem produzir valor.
Operacao
Fila, retry, idempotencia e observabilidade nao sao extras; sao o produto em producao.
Objetivo final
Planejar, executar, verificar e registrar. Tudo o que nao cabe nisso e teatro tecnico.
Problemas que resolvo
- Explosao de custo por token devido a janela de contexto mal controlada.
- Loops de ferramenta e reenvio de contexto sem governanca.
- Latencia instável por falta de filas, backoff e rate limiting.
- Ausencia de trilha auditavel para compliance.
O que eu entrego
- Controle deterministico de iteracao e chamadas de ferramenta.
- Gestão explicita de janela de contexto e compressao semantica.
- Limites de custo por decisao e rastreio de gasto por token.
- Separacao entre planejamento, execução e verificacao.
- Telemetria e auditoria de cada passo inferencial.
Arquitetura de orquestracao
- Filas, controle de concorrencia e retry com backoff exponencial.
- Idempotência garantida e prevenção de loops recursivos.
- SLA enforcement com alertas baseados em SLO.
Integracao enterprise
- Conexoes com CRM, ERP, APIs internas e sistemas legados.
- Autenticação forte, controle de escopo e logs auditaveis.
- Versionamento de contratos e rastreabilidade ponta a ponta.
Operacoes e governanca
- Logs estruturados, metricas por tarefa/modelo e tracing de chamadas LLM.
- Monitoramento de custo por execução e runbooks de incident response.
- Fluxo human-in-the-loop: agente supervisionado, não solto.